TDAH em mulheres

TDAH feminino: avaliação e cuidado individualizado

Para muitas mulheres, o TDAH chega tarde — depois de anos de sobrecarga, sensação de estar sempre atrasada e cansaço por esforço cognitivo constante.

O TDAH em mulheres adultas tende a se apresentar com desatenção, dificuldade de organização, procrastinação, hiperatividade interna e oscilações de humor relacionadas ao ciclo hormonal. A apresentação clínica difere do quadro mais conhecido em meninos.

A avaliação considera a história de vida, contexto atual, escalas validadas, ciclo hormonal, sono, rotina e impacto funcional, para construir um diagnóstico cuidadoso e um plano realista.

O cuidado pode envolver psicoeducação, organização de rotina, psicoterapia e, quando indicado, medicação criteriosa, sempre com acompanhamento próximo.

Reconhecer o TDAH é também devolver linguagem e direção para uma vida que parecia desorganizada sem motivo.
Dra. Mayara Kalonji, médica psiquiatra formada pela UFRJ

Dra. Mayara Kalonji

Médica e biomédica pela UFRJ

Pós-Graduação em Psiquiatria — ICIM

Terapeuta — Instituto Ítalo Marsili

CRM 52-0120704-0

Sobre a Dra. Mayara

Cuidado médico com escuta, profundidade e direção prática

Médica e biomédica formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Psiquiatria pelo Instituto Ciências da Mente, sob direção do Dr. Ítalo Marsili. Há mais de cinco anos, dedica sua carreira ao cuidado da saúde da mente, do comportamento humano e do estilo de vida.

Sua trajetória nasceu da busca por compreender o ser humano de forma integral: não apenas seus sintomas, mas sua história, seus vínculos, seus hábitos, seu corpo, suas emoções, suas escolhas e a forma como sustenta a própria vida.

Como terapeuta pelo Instituto Ítalo Marsili, une raciocínio médico, escuta clínica, compreensão emocional e análise comportamental — oferecendo um atendimento humanizado, estratégico e personalizado.

Perguntas frequentes

Por que o TDAH em mulheres costuma ser diagnosticado tarde?

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Em mulheres, o TDAH frequentemente se apresenta com desatenção, sobrecarga interna e estratégias de compensação, o que pode atrasar o reconhecimento clínico, especialmente quando há boa performance acadêmica ou profissional.

Quais sintomas são comuns no TDAH feminino?

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Dificuldade de organização, procrastinação, sobrecarga mental, oscilações de humor relacionadas ao ciclo, sensação de estar sempre atrasada e exaustão por esforço cognitivo constante.

O ciclo hormonal influencia o TDAH?

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Sim. Variações hormonais ao longo do ciclo, gestação, puerpério e climatério podem intensificar sintomas de TDAH e exigem leitura clínica específica.

O diagnóstico é feito como?

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Através de avaliação médica detalhada, com história de vida, contexto atual, escalas validadas e, quando necessário, exames complementares e parceria com outros profissionais.

Vamos começar

Vamos organizar isso com calma?

A consulta é um primeiro passo para compreender o que está acontecendo, identificar o que precisa ser tratado e construir um plano possível para recuperar equilíbrio, clareza e direção.